BEM-VINDO...BIEN VENIDO...WELCOME
Estamos iniciando nosso blog que pretendemos manter ativo, informativo, renovado e interativo com nossos amigos.
Será, sem dúvida, provocativo pelo seu teor de temáticas de abordagens sobre a espiritualidade no Reino de Deus.
Porém, sempre uma espiritualidade de valores transcendentais encarnados no quotidiano da vida. Jamais, ópio alienante da realidade tanto existencial como eterna, em Cristo Jesus.
Sejam todos bem-vindos ao nosso blog Caminho do Reino...
Será, sem dúvida, provocativo pelo seu teor de temáticas de abordagens sobre a espiritualidade no Reino de Deus.
Porém, sempre uma espiritualidade de valores transcendentais encarnados no quotidiano da vida. Jamais, ópio alienante da realidade tanto existencial como eterna, em Cristo Jesus.
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Qual a diferenca entre religiao e reino de Deus?
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quarta-feira, 22 de outubro de 2014
terça-feira, 23 de abril de 2013
Koinonia da vida Cristã
Vamos reflexionar um pouco sobre nossa ênfase-tema do mês de Abril. Koinonia é a palavra grega do NT que designa a Comunhão e Compartilhamento da `vida comum`que todos os que crêem em Cristo têm nÊle (Mc 3.13-15). A Igreja apostólica de Atos entendeu e praticou a mensagem, pois `viviam juntos, tendo tudo em comum`; exemplo a ser seguido pela cristandade hoje(At 4.32).
Daí, a palavra `Comunidade` originária da mesma raiz, se aplicar bem à Igreja do Senhor Jesus Cristo, visto ser ela a `comunio fide`(latim) - comunhão de fé em Cristo, o que implica:
* Todos na Igreja devem cultivar a permanência na companhia e buscar a amizade uns dos outros(At 2.4; 2 Co 6.14).
* Todos na Igreja recebem e devem nutrir-se mutuamente da mesma vida de Cristo(1 Jo 1.3,7).
* Todos na Igreja devem cooperar para suprir as necessidades materiais mútuas(Rm 15.26; 2 Co 8.4; 9.13).
* Todos na Igreja são responsáveis igualmente pelo êxito do Ministério no Reino (Fl 1.5).
* Todos na Igreja devem preservar a unidade espiritual e a concordância doutrinária para edificação mútua (Ef 3.9).
* Todos na Igreja devem conhecer o Evangelho de Cristo buscando experiências comuns da Bíblia (2 Co 1.7; He 10.23).
* Todos na Igreja pela entrega ao governo do Espírito Santo devem participar da `natureza Divina`(2 Pe 1.4).
Assim, nossa comunhão de fé não se degenerará em koinonite aguda, uma doença epidêmica que tem avassalado o Corpo de Cristo na Terra, transformando a Igreja em mero clube religioso festivo. Restauremos já a verdadeira koinonia da fé cristã. Assim, poderemos cantar vivendo e viver cantando: Koinonia já...
Até que ELE venha!
REFLEXOES DO CAMINHO
A VIDA ESTÁ NOS OLHOS!
Quando miramos nosso mundo ao redor, podemos perceber várias realidades.
Algumas chocantes e perturbadoras, outras empolgantes e deslumbradoras.
Precisamos ter a certeza de que tudo está em processos de transformação.
Somos mutantes em um mundo em mutações constantes...
Precisamos abrir os olhos do entendimento e perceber que as coisas boas ou ruins,
estão dentro de cada um de nós, onde os sentimentos não precisam de motivos,
nem os desejos de razão para nos projetarmos no mundo exterior...
O importante é aproveitar o tempo/momento presente e aprender sua duração.
Pois, a vida está nos olhos de quem sabe ver...
Enquanto o tempo cumpre seu curso natural e a vida o segue com destino
Mantenha-se afastado de pessoas que tentam depreciar seus sonhos e visões.
Aprenda com o mestre Mark Twain: Mentes Grandes falam sobre idéias,
Mentes Médias falam sobre eventos e Mentes Pequenas falam sobre(ou das)pessoas!
Pessoas Pequenas sempre fazem isso, mas as realmente Grandes fazem você sentir
que também você pode se tornar Grande, não por vaidade, mas em realizações!
Recorde que a melhor maneira de projetar-se é buscar projetar outra pessoa para cima!
Finalmente, no final do Caminho da Vida poderá avaliar sua caminhada sabendo que:
Se não houve frutos, valeu a beleza das flores; Se não houve flores, valeu a sombra das folhas;
Se não houve folhas, valeu a intenção da semente; Se não houve semente, valeu o esforço do semeador;
Se não houve semeador, valeu o oportuno chamado do Senhor da Seara;
Se não houve seara, valeu o propósito lindo do Criador!
Jota Moura - Apostolo do Senhor Jesus
Quando miramos nosso mundo ao redor, podemos perceber várias realidades.
Algumas chocantes e perturbadoras, outras empolgantes e deslumbradoras.
Precisamos ter a certeza de que tudo está em processos de transformação.
Somos mutantes em um mundo em mutações constantes...
Precisamos abrir os olhos do entendimento e perceber que as coisas boas ou ruins,
estão dentro de cada um de nós, onde os sentimentos não precisam de motivos,
nem os desejos de razão para nos projetarmos no mundo exterior...
O importante é aproveitar o tempo/momento presente e aprender sua duração.
Pois, a vida está nos olhos de quem sabe ver...
Enquanto o tempo cumpre seu curso natural e a vida o segue com destino
Mantenha-se afastado de pessoas que tentam depreciar seus sonhos e visões.
Aprenda com o mestre Mark Twain: Mentes Grandes falam sobre idéias,
Mentes Médias falam sobre eventos e Mentes Pequenas falam sobre(ou das)pessoas!
Pessoas Pequenas sempre fazem isso, mas as realmente Grandes fazem você sentir
que também você pode se tornar Grande, não por vaidade, mas em realizações!
Recorde que a melhor maneira de projetar-se é buscar projetar outra pessoa para cima!
Finalmente, no final do Caminho da Vida poderá avaliar sua caminhada sabendo que:
Se não houve frutos, valeu a beleza das flores; Se não houve flores, valeu a sombra das folhas;
Se não houve folhas, valeu a intenção da semente; Se não houve semente, valeu o esforço do semeador;
Se não houve semeador, valeu o oportuno chamado do Senhor da Seara;
Se não houve seara, valeu o propósito lindo do Criador!
Jota Moura - Apostolo do Senhor Jesus
segunda-feira, 6 de agosto de 2012
RESTAURANDO A PATERNIDADE APOSTÓLICA
Ele converterá o coração dos pais aos filhos e o coração dos filhos aos pais, para que eu não venha e fira a terra com maldição. (Ml 4.5)
Vivemos os tempos de refrigério e restauração de todas as coisas, conforme profetizado na Palavra da Verdade (At 3.20,21). A coisa nova de Deus já está se manifestando a todo Seu povo em toda a Terra ( Is 43.19). Os sedentos do mover de Deus agora podem saciar sua sede na Fonte Cristalina de Águas Vivas (Zc 13.1).
Dentre as verdades bíblicas em processo de restauração em nossos dias, está a Paternidade Apostólica (Gl 4.19).
1. CONCEITO GERAL DE PATERNIDADE
A paternidade pode ser: biológica (genética familiar), sociológica (clâ patriarcal), política (libertadores de nações) e espiritual (profético-apostólica). Em todas essas dimensões, a paternidade pressupõe haver alguém com semente(sêmen) fecundando uma terra fértil para gerar outro(s) da mesma espécie (mesmo DNA)!
Um verdadeiro pai gera filhos à sua imagem e semelhança, tanto física, como emocional, espiritual e social. Além de ter a responsabilidade de cuidar, alimentar, educar, disciplinar e formar para a vida...
2. PATERNIDADE APOSTÓLICA
Um Pai Apostólico autêntico é como águia e não pardal.(Dt 32.11,12). É um treinador e mentor por natureza, jamais um predador! O pardal além de pequeno e feio é um predador implacável, vive à caça de ninhos onde possa comer os ovos de outras aves colocando os seus ovos estranhos no lugar, para serem chocados equivocadamente por terceiros. Assim, o pardal prolifera rapidamente por ser ave predadora e oportunista.
Uma Águia legítima coloca seu ninho nos picos mais altos das montanhas e árvores frondosas onde gera, alimenta e treina seus filhotes em dimensões superiores para uma grande visão aprendendo a plainar sob os fortes ventos das dimensões celestes.
3. FILIAÇÃO LEGÍTIMA NO REINO
Vivemos um tempo de transição da mentalidade religiosa, até então reinante nas igrejas, para os tempos apostólicos que marcam a consumação da restauração de todas as coisas na Igreja do Cordeiro de Deus (Rm 8.18-23). O Senhor está selando seus filhos legítimos para realçar o DNA dos reais cidadãos do Seu Reino Eterno (Ap 7.3-17).
Chegou a hora dos filhos se levantarem corajosamente, assumindo sua natureza basílica (reinante em vida) e identidade apostólica (espírito filial) para completar com galhardia a missão inacabada de proclamar: este evangelho do reino a todos os povos, em testemunho a todas as nações, e então virá o fim! (Mt 24.14). Maranhata, Vem Senhor Jesus. Amém!
Porque de modo algum, o filho da escrava será herdeiro com o filho da livre. Assim irmãos, somos filhos não da escrava, e sim da livre.(Gl 4.3.31)
segunda-feira, 28 de maio de 2012
CONFIRMANDO NOSSA ALIANÇA EM PENTECOSTE
Pentecoste (Shavuot) forma junto com a Páscoa(Peshah) e Tabernáculos(Sucot), as festas chamadas (Shalosh Regalim), sendo as três festas de peregrinação que os Filhos de Israel foram convocados a estar presentes anualmente no Templo de Jerusalém. As três Festas estão relacionadas com a agricultura. "Shavuot" é mencionada no Pentateuco (Torá) como a Festa das Primícias ou Festa de maturação (HagHaBikurim), em que o agricultor ofereceria a Deus os primeiros frutos do ano.
Atualmente em Israel , celebra-se “Bikurim" com um fervor muito especial festivo, ofertando para o "Fundo Nacional Judeu" ( Fundo Agrário da Organização Sionista). As sete semanas entre "Páscoa" e "Shavuot" são períodos de trabalho intenso e difícil de semeadura. “Shavuot” é o tempo da colheita. Portanto, "Shavuot" é também chamado de Festa da Colheita (HagHakatsir). Seu significado mais profundo não é alegria do simples ato de colher, mas do cumprimento das leis que regem essas tarefas. A tradição judaica não suporta a possibilidade da pessoa ser totalmente absorvida pelo seu trabalho, tornando-se escrava da natureza. Na Torá está claramente estabelecido que é um dever de todos observar o "Shabat" após o seis dias de trabalho no campo. Seis dias trabalharás e no sétimo, deixarás de arar. O ser humano exaurido por seu trabalho, deve lembrar-se de soltar o arado no "Shabat".
O mandamento da Torá calcula cinquenta dias nas sete semanas entre Páscoa e Pentecoste. Conta-se sete semanas a partir do início do trabalho da foice até o início da colheita. “Cada sétimo dia deve-se interromper a tarefa e depois de ter tido sete semanas, deve-se parar para se observar a Festa das Semanas ou Pentecoste (Shavuot ).
Dessa forma,"Shavuot " tornou-se um símbolo da liberdade dos trabalhadores. É a natureza que dita as leis da colheita e do trabalho. O ser humano têm-se centrado não só no trabalho e descanso, mas também no relacionamento e atitude em direção ao Criador que abençoa o resultado do seu trabalho junto com sua família. A abordagem judaica tradicional deste tema tem características muito especiais:O ser humano deve expressar a sua gratidão ao Criador, levando ao Templo os primeiros frutos do solo como uma oferta de gratidão.Outro Lei da Torá dita que as pessoas pobres e os estrangeiros residentes (ger) no país, devem recolher a sua parte dos frutos no campo, sendo determinado que os trabalhadores não colham uma tira na borda do campo ("Pea), não voltem para recolher os rabiscos ("Leket") ou aqueles frutos que foram esquecidos ("shijejá"). Assim, os mandamentos de fraternidade e de solidariedade também pertencem às leis que regem a colheita. Completando a lista de nomes desta Festa, encontramos o feriado mencionado no Talmud como o Dia da Assembléia (HagHaatzéret) reunião festiva de multidões de pessoas,no 6 º mês de Sivan, concluindo o ciclo da festa da Páscoa. Pela tradição Judaica, "Shavuot", é a festa da Torah": Segundo ZmanMatanTorateinu ,o momento em que foram agraciados com o Torah quando estavam reunidos em frente do monte Sinai para receber a Palavra do Criador e responden "Naassê Venishmá -vamos fazer e obedecer, submetendo-se as leis da moralidade e da vida que são modelos para a toda a humanidade.
Celebremos Pentecoste agora, trazendo ao Altar do Senhor, os primeiros frutos de nossa semeadura no reino e confirmemos nossa Aliança de fazer e obdecer Sua Palavra para recebermos a Unção que permanece.”...O Espírito Santo que Deus outorgou aos que lhe obedecem.” At 5.32b. AMÉM.
quinta-feira, 17 de maio de 2012
Comunhão na Família de Deus
Sois
concidadãos dos santos e da família de Deus. (Ef. 2.19)
A igreja de Cristo é um
grupo de companheirismo ou família que se encontra numa caminhada. A atmosfera
que deve prevalecer nesse grupo de companheirismo é a de comunhão. Comunhão, em
termos mais simples, significa que as pessoas se sentem iguais em relação a si
mesmas e a Deus. Daí poderem compartilhar suas experiências, alegrias e
frustrações e, inclusive, os próprios bens. A comunhão resulta da compreensão
da graça que Deus manifestou na vida de todos. Está ligada bem de perto ao
amor. É alimentada pela abertura das pessoas umas para com as outras e se
transforma num dos pontos de apoio para a missão da igreja aqui na terra.
Muitas igrejas sentem o problema da falta de
comunhão entre os seus membros. Isto resulta de vários fatores:
1) Estamos enfrentando o
problema da segunda e terceira geração de cristãos sem a devida preparação.
Exemplo: grande parte dos membros de igrejas nasceu em lar cristão, acostumou-se
aos valores da fé. Mas as igrejas, preocupadas em ganhar os de fora, não deram
a esse grande contingente de pessoas, a atenção que merecia através de um
programa específico de orientação sobre a fé, a vida cristã, a própria razão de
ser da igreja no mundo.
2) Pode ser que o pecado
esteja atrapalhando a comunhão na vida da igreja (IJoão 1:3-7). O pecado, em
qualquer forma que se manifeste, nos leva à descomunhão, a nos escondermos de
nós mesmos, dos outros, e de Deus.
3) Também pode acontecer
que a própria estrutura da igreja (especialmente igrejas grandes e mais
antigas) dificulte a vida de comunhão. Um excesso de formalismo e
institucionalismo, onde a estrutura é mais importante que as pessoas,
atrapalha.
4) A influência da
sociedade em que vivemos. Onde, devido à competição da sociedade de consumo e
ao anonimato dos grandes centros urbanos, as pessoas são muitas vezes, vistas e
tratadas como números, e não se lhes dá a devida importância.
5) A falta de visão da
Unidade da Igreja. Esta é, justamente, uma das oportunidades extraordinárias
que as igrejas têm de atuar na sociedade, atingindo pessoas e estruturas,
através do desenvolvimento de uma atmosfera de comunhão que possibilite,
realmente, a vida em comunidade.
quarta-feira, 4 de abril de 2012
O CORDEIRO É O LEÃO DE JUDÁ
por Ap. Jota Moura
Enquanto o Apóstolo João chorava, um dos anciãos que assistem diante do Trono lhe disse: "Não chores: eis que o Leão da tribo de Judá, a Raiz de Davi, venceu para abrir o livro e os seus sete selos." (Ap. 5.5) Isso se refere a Gênesis 49:8-9, onde Cristo é retratado como um leão, o qual é um símbolo do Messias, aquele que é um lutador forte contra o inimigo. Quase tudo em Apocalipse é um cumprimento do que é mencionado no Antigo Testamento. Cristo é o Leão lutador, vitorioso e reinante. Ele venceu a batalha no Reino do Espírito. Assim, a Sua vitória O qualifica para abrir o livro da revelação e os seus sete selos.
1. DIGNO É O CORDEIRO-LEÃO
Embora o anjo tenha dito a João para contemplar o Leão da tribo de Judá, o versículo 6 diz: "Então vi, no meio do trono e dos quatro seres viventes, e entre os anciãos, de pé, um Cordeiro, como tinha [tendo] sido morto." O anjo apresentou Cristo como Leão, mas João O viu como o Cordeiro. Como o Leão, Ele é o Lutador Vitorioso contra o inimigo; como o Cordeiro, Ele é o Sacrifício Redentor para nós. Ele lutou para nos redimir, venceu a batalha sobre o inimigo de nossas almas e cumpriu a redenção por nós. Para o inimigo, Ele é um Leão; para nós, Ele é um Cordeiro. Embora os anjos não precisem de redenção, precisam de alguém para derrotar o inimigo de Deus, pois um dentre eles tornou-se inimigo de Deus. Portanto, os anjos percebem que há necessidade de alguém derrotar esse rebelde. Para os anjos, Cristo era o Leão que derrotou o rebelde, mas para nós, incluindo o apóstolo João, Cristo é o Cordeiro, o Redentor. Precisamos da redenção de Cristo. No universo há dois problemas principais - Satanás e o pecado. Como o Leão, Cristo derrotou e destruiu Satanás; e como o Cordeiro, Ele tirou o nosso pecado. Ele ganhou a vitória e cumpriu a redenção. 2. JESUS AGORA É O CORDEIRO-LEÃO
O versículo 6 revela que o Cordeiro está no meio do trono. No que diz respeito à redenção, Cristo assentou-se à destra de Deus nos céus após a Sua ascensão (Hb. 1:3; 10:12), ao passo que, em se tratando da execução da administração de Deus, Ele ainda está em pé ascendendo.Por que Cristo é tanto o Leão como o Cordeiro? Por causa do pecado e de satanás. O Cordeiro contrapõe-se ao pecado e resolve o problema do pecado. O Leão trata com satanás. Como o Cordeiro, Cristo pagou o preço da nossa redenção, tendo nos lavado dos nossos pecados com seu sangue (Jo 1.29). Como o Leão, Ele derrotou a satanás e seus demônios e Reina Soberano sobre céus e terra. Jesus Cristo e adequado para vir ao encontro de nossas necessidades e resolver nossos problemas. Agora em Cristo, já não há mais condenação do pecado (Rm. 8.1). Satanás e seus demônios foram vencidos para sempre (Ap. 21). Todos os que cremos em Cristo fomos redimidos do pecado e resgatados da mão usurpadora do inimigo para sempre! Jesus Cristo Reina.
UNIÃO DOS FIÉIS EM CRISTO
por Ap. Jota Moura
“Assim, já não sois estrangeiros e peregrinos, mas concidadãos dos santos e sois da família de Deus, edificados sobre o funda-mento dos apóstolos e profetas, sendo Ele mesmo Cristo Jesus a pedra angular.” - Efésios 2.19-20Em pequenos poços, numa praia, viam-se a hora de maré vazan-te, inúmeros peixinhos que, céleres, ali se movimentavam. Ou-tros, em outras poças, faziam o mesmo. O que os separava, em alguns casos eram apenas poucas polegadas de areia, mas mes-mo assim, permaneciam naqueles compartimentos estaques du-rantes horas consecutivas. Afinal, veio a maré crescente, inundou a praia e eles, imediatamente, se encontraram reunidos nas águas do oceano imenso e majestoso.
Entre os que se dizem cristãos, existem pessoas que vivam sepa-radas por barreiras aparentemente intransponíveis. Isso, em ge-ral, só se verifica, quando a maré da espiritualidade não se eleva transbordante. Mas quando isso acontece, as separações se anu-lam e as almas, transfiguradas e libertas dos inexoráveis obstácu-los que as denunciam, passam logo a perceber as delícias fasci-nadoras da fraternidade e unidade cristã e nelas se extasiam co-mungando no mesmo espírito de Cristo.
Sentimos que as forças do exclusivismo escolástico tendem a do-minar-nos? Supliquemos, então a Deus que, em nós a maré da vida espiritual cresça até elevar-nos àquelas alturas nas quais, desvencilhando-nos das restrições arbitrárias do isolacionismo religioso, respiremos livremente a amplidão imensa e fascinadora do reino espiritual inaugurado por Jesus Cristo.
terça-feira, 27 de março de 2012
A INDÚSTRIA DA BOATARIA
por Ap. Jota Moura
O Túmulo de Abraham Lincoln foi aberto duas vezes, conta-nos o laureado escritor Charles R. Swindoll.
Desenterrando Defunto
A primeira vez ocorreu em 1887, vinte e dois anos após seu assassinato. Por quê? Não foi para saber se ele morreu por causa do tiro dado por John Wilkers Booth. Mas por causa de um boato que estava atravessando o país, um rumor de que seu túmulo estava vazio. Um seleto grupo de testemunhas observou que o rumor era totalmente falso, quando viu o caixão ser aberto. Uma segunda vez, quatorze anos depois, o corpo decomposto do martirizado homem foi visto mais uma vez. Agora por mais testemunhas. Pelo mesmo motivo criado pela indústria da boataria!
A pressão popular atingiu tal proporção, que a mesma grotesca cerimônia teve que ser realizada. Apesar dos fortes protestos de Robert, filho de Abraham Lincoln, o corpo deste foi exposto uma segunda vez. As autoridades sentiam que os boatos deviam descansar de vez juntamente com o presidente da Guerra Civil. Finalmente, seu corpo foi acomodado numa cripta em Springfield.
Boatos São Assim
Com uma completa falta de fatos e de uma fonte concreta, a informação é passada adiante, criando desconforto e machucando pessoas. É como um pequeno parasita que se alimenta do apetite doentio de pessoas desprovidas de bom senso. Gente que encontra satisfação em caminhar por becos mal-iluminados, jogando discretas bombas que explodem nas mentes de outras pessoas, iniciando uma série de rumores. Tais elementos sentem-se confortáveis em serem inocentes canais de informações incertas... nunca a fonte.
Os chavões sempre presentes: Ouvi falar... Você ficou sabendo? Ou... Dizem por aí... produzem segurança para o espalha-boatos.
Ouvi falar que o Ferdinand e a Flo estão se divorciando... estão comentando que ela o traía. Ouvi o comentário de que ela é muito fácil... e ele é um garanhão...!
Dizem por aí que o padre Baunilha foi expulso da igreja... imagine porque?
Fiquei sabendo que o filho deles está usando drogas... ele foi pego roubando um supermercado.
Alguém disse que eles tinham que se casar... às pressas porque ela... e ele bebe demais. Comenta-se que ele finalmente conseguiu roubar a vaga de outro... e diz que foi promovido.
Muitas pessoas na comunidade andam tocando essa flauta! As azedas melodias são ouvidas através de inúmeras ligações telefônicas, chamadas no rádio ou na internet... conversas no café da manhã... nos momentos de trabalho... de confraternização após o culto ou missa... ou numa preguiçosa noite com os amigos.
Poder Destrutivo da Língua
A língua é mais capaz de desenterrar assuntos, expor os esqueletos nos armários, e espalhar os mais chocantes e escandalosos boatos do que qualquer outra ferramenta na Terra. Transmitir para as pessoas más informações, usando a lógica fria e explorando as emoções humanas, sem exercitar a misericórdia e o genuíno amor cristão é infectá-las.
O contágio acontece através da transmissão de más informações, colocações duvidosas, atitudes erradas, opiniões e conclusões sem afeto cristão. A infecção corrompe a relação produzindo destruição de famílias, amizades e comunhão fraterna na Igreja.
Virose Coletiva
Como a indústria da boataria provoca uma virose coletiva? Simplesmente através do colóquio de uma língua infeccionada com um ouvido fofoqueiro. Isso leva as pessoas a crerem na má informação como sendo verdadeira baseada apenas na fonte transmissora. Formar opiniões ou conceitos baseados em informações de terceiros, sem averiguar os fatos. Enfocar apenas aspectos negativos da pessoa envolvida, sem considerar sua personalidade total e sua história de vida. Interpretar palavras e ações da pessoa difamada, como sendo confirmação evidente. Julgar as motivações alheias, tomando por base as informações más. Virar as costas para uma pessoa e cortar a comunhão, sem discernir seu espírito, sem conhecer sua história e sem dar-lhe a chance de defender-se.
Atitudes Construtivas
Recomendamos quatro atitudes corajosas para silenciar aqueles que promovem a indústria da boataria:
1) Identifique as fontes por nome. Se alguém estiver determinado a compartilhar informações que são danosas, exija que a fonte de tais informações seja declarada.
2) Apoie as evidências sobre fatos. Não aceite informações que sejam meros boatos. Recuse-se a ouvir algo além da verdade irrestrita. Você deve saber que a verdade raramente é incerta ou dissimulada.
3) Faça a pergunta chave. Posso falar que foi você quem me contou? É incrível como os fofoqueiros fogem depois que essa pergunta é feita.
4) Use de franqueza. Diga firme e claro: Não gosto de ouvir fofocas. Essa abordagem é para os mais fortes. Ela pode criar um abismo entre você e a pessoa... mas é um modo eficiente de limitar a quantidade de lixo que chega aos seus ouvidos.
Você já pensou, como as pessoas seriam mais sábias e felizes, se todas usassem sempre as quatro atitudes recomendadas acima, antes de abrir a boca para tecer algum comentário ou passar informações negativas sobre outros? Veiculando má informação acerca de outra pessoa, você se torna parte de um contágio virótico mortífero! E então, por que ser um instrumento de morte e não um canal de vida nas mãos do Senhor Jesus Cristo?
Boston/MA-USA Março 2009
sexta-feira, 9 de março de 2012
PESCADORES DE HOMENS OU ZELADORES DE AQUÁRIOS?
“Vinde após mim e eu vos farei pescadores de homens” – Jesus
A metáfora que nosso Senhor usou para ilustrar o zelo evangelístico e missionário dos cristãos, não poderia ter sido mais feliz. Ele tinha em mente, por certo, os pescadores de seus dias, homens rudes, mas trabalhadores, que em toscas embarcações se atiravam ao mar em busca de alimento. Seu serviço era dos mais pesados e exigia uma série de qualidades tais como paciência, perseverança e acima de tudo trabalho constante. Dia e noite estavam eles a postos, singrando o mar, estudando a direção do vento, buscando novos cardumes. Seus instrumentos de trabalho precisavam estar sempre em boas condições exigindo-lhes, por isso, cuidado no preparo dos barcos e no remendo das velhas redes. Eram rudes e pobres mas nem por isso, fracos e ignorantes. Pelo contrário.
1. CHAMADOS PARA A MISSÃO
Naqueles dias só se aventuravam ao mar os fortes de corpo e alma. A pesca não era para os fracos e covardes. Estes ficavam na praia, esperando de manhãzinha o fruto colhido nas redes lançadas durante a noite – noite nem sempre calma, às vezes, bem tormentosa. Nosso Senhor precisava de homens assim. O trabalho de evangelização só poderia ser realizado por gente afeita a tempestades, a longas vigílias e a esperas intermináveis. Paciência, coragem, perseverança e uma porção de coisas necessárias a um bom missionário, eram qualidades que não poderiam faltar aos pescadores de homens. Foi o que Jesus fez. Pedro, Tiago, João e muitos outros apóstolos e discípulos após o convite do Senhor, embrenharam-se por todos os cantos do seu mundo ainda pequeno, mas já tão perigoso, em busca de vidas que aceitassem aquilo que eles já haviam aceito, que Jesus era o Cristo de Deus, o único Senhor e Salvador da humanidade.
2. IGREJA – AQUÁRIO
Mas entendo que o Senhor jamais sonhou que os cristãos com o passar do tempo, poderiam deixar de ser pescadores de homens para se transformarem em plácidos zeladores ou pescadores de aquários! Pois não é verdade que nossas igrejas, em sua grande maioria, não passam de aquários bem cuidados, com meia dúzia de peixinhos dourados a nadarem em águas tranquilas?
E nós, em que nos transformamos nós – ministros, pastores, catequistas, sacerdotes – muitas vezes, senão em meros guardiões de aquários bonitinhos, substituindo um ou outro peixinho que morre por outros de outros aquários. Ora oferecendo migalhas de pão à hora certa, mudando essa ou aquela planta para que os raros habitantes de nossos aquários não pereçam à míngua de oxigênio? Os resultados aí estão. Uns acostumados a dar sempre ou quase sempre a mesma coisa, outros a receber sempre ou quase sempre a mesma coisa, numa rotina aniquilante, geradora de condicionamentos religiosos dignos de estudo por um Pavlov.
Além disso, tem o tamanho do aquário. Pequeno ou grande, não importa, sempre aquário, deixando ver o que se passa lá fora, mas impedindo o habitante de aventurar-se a águas desconhecidas. Aliás, isso não é possível. Primeiro, porque o zelador geralmente não deixa. Depois, porque o peixinho não tem condições para lançar-se a mares bravios, sob pena de perecer à sanha de animais acostumados a viver em águas profundas e revoltas.
3. DESPERTAR PARA A REALIDADE
Ora, pensam muitos, se a Igreja se transformou em aquário e nós em peixinhos dourados e/ou zeladores, o melhor é deixar como está. Ninguém mexe em estruturas fixas impunemente. É perigoso. É impopular. Talvez não seja nem da vontade de Deus. E, enquanto as racionalizações se sucedem, a Igreja vai ficando como está, introvertida, ensimesmada, preocupada consigo mesma, vivendo e morrendo para si mesma...
Não é para menos que muitos ministros e leigos se sintam frustrados, no primeiro contato com a realidade que encontram fora do aquário. O mar nem sempre é calmo, as noites nem sempre serenas. É que os conceitos românticos acumulados em suas mentes, aprendidos em seminários, grupos de estudo e discussão, aulas baseadas nas últimas técnicas de educação religiosa e temas fundamentados em livros bem traduzidos, não coincidem com a realidade chocante e desconcertante que existe fora do aquário. Desiludidos, descobrem que a igreja, longe de viver as realidades desta vida, contenta-se não poucas vezes, em cunhar frases bonitas sobre os acontecimentos do passado ou promessas do futuro que a envolvem e que realmente fazem história. De duas, uma: ou prosseguem definhando, ou contentam-se em viver alienados serenamente no aquário.
4. O DESAFIO TRANSFORMADOR
“Graças a Deus, porém, que nos dá a vitória por nosso Senhor Jesus Cristo.” Graças a Deus que suscita homens e mulheres de fé e coragem, pescadores que estudam as evoluções dos ventos nos céus e sondam as águas dos mares em busca de cardumes, não importa onde se encontrem. Pode ser perto dos rochedos, pode ser em torno de recifes traiçoeiros, pode ser até em alto mar. Não importa o perigo. O que importa é ser pescador de verdade, que depois da pesca deita o fruto de seu labor aos pés daqueles que sentados nas areias da praia, não tiveram coragem de enfrentar os perigos da noite. Jamais se contentar em zelar aquário e/ou pescar em aquário alheio (proselitismo) que incha a Igreja, mas não cresce o Reino de Deus.
Nos dias de Jesus a pesca não era para os fracos e covardes. Por isso Ele escolheu os fortes de corpo e alma. Nos dias atuais, a pesca de vidas continua sendo para os que não temem os perigos do mar. Por isso, uns são pescadores de verdade. Outros fazem poesia sobre pescaria. Todos os cristãos, somos chamados a testemunhar a fé em Cristo. Uns, porém contentam-se em zelar e pescar em aquários dos outros. Outros são impelidos pelo Espírito Santo, ao alto mar! Voltarão, sem dúvida, trazendo abundantes peixes para depositar aos pés do Senhor de todos!
Texto adaptado de Rev. Curt Kleemann
domingo, 22 de janeiro de 2012
MANIFESTO VIDA
"Antes do início das hostilidades, agentes secretos cuidavam de romper as alianças e realizavam diversas atividades subversivas. Suas missões compreendiam espalhar falsos rumores e informações enganosas, corromper e subverter oficiais, criar e aumentar a discórdia interna e sustentar quintas- colunas. Enquanto isso, os espiões atuando em todos o níveis, informavam sobre a situação do inimigo. Os planos de vitória são baseados em seus relatórios...o exército vitorioso,finalmente ataca um inimigo desmoralizado e derrotado." ( Sun Tzu in A Arte da Guerra)
Se pela ofensa de um e por meio de um só reinou a morte, muito mais os que recebem a abundância da graça e o dom da justiça reinarão em vida por meio de um só, a saber, Jesus Cristo. (Rm 5.17)
Somente agora sei com certeza cristalina, que por mais de 20 anos você fez “o cabelo e a cabeça” de pessoas que tenho amado, formando uma quadrilha subterrânea usando a internet com tecnologia de ponta, “banco de dados", profissionalismo hacker-avélico e requinte de crueldade satanista visando destruir a confiança de minha família e a credibilidade de mais de 40 anos deste sacrificial ministério comprometido com os valores do Reino de Deus, perante muitas ovelhas, pastores, líderes e amigos de caminhada.“Nada há encoberto que não venha a ser revelado.”
Na verdade, não o considero absolutamente, meu “inimigo”. De fato, você está entre alguns dos meus maiores “benfeitores”. Você, empresário da “fábrica de mentiras” a meu respeito, difamador contumaz do meu nome, reputação, família e ministério; cabalando, escrevendo, publicando até em "falsos perfis" nas redes sociais, espalhando de forma sutil ou ostensivamente falsos rumores, imputações morais e injúrias sobre minha privacidade, conduta interpessoal e os ensinos que tenho ministrado acerca do Reino.
Saiba que através do seu trabalho maquiavélico, intenso e dedicado, tem-se operado uma profunda obra da graça de Deus em meu coração, que jamais teria acontecido sem você(S=você virou colônia!). Meus verdadeiros discípulos-amigos têm sido muito leais e fiéis independente da distância geográfica, por me conhecerem pessoal e ministerialmente através de anos de caminhada, pois “A ninguém conhecemos segundo a carne… mas no Espírito”.
Eles sempre permaneceram ao meu lado por filiação e aliança espiritual, tanto nas horas de vitória e aprovação, como nas tribulações, perseguições, injúrias e necessidades.Creio que Deus os colocou como força em minha fraqueza, alegria e conforto na angústia e tristeza, fortaleza de fé em meio a fraquezas avassaladoras. Sei que acima de tudo, estes verdadeiros discípulos-amigos levam diante do Trono da Graça, diariamente, minha vida, família e ministério em seus momentos de oração intercessora. Além disso, nunca fogem dos desafios ou são omissos ao seu chamado em Deus, levando comigo nos ombros a Arca do Senhor, mesmo em meio às guerras e guerrilhas que gente como você(s) “encarniçado inimigo”, tem levantado contra a Igreja Apostólica do Reino. “A Igreja fazia contínuas orações pelos apóstolos.”
Eu jamais poderia prevalecer por muito tempo nesta guerra espiritual (virtual, mas real), sem o engajamento e parceria fiel desses maravilhosos discípulos-amigos. Porém, falando francamente, creio que não pode haver aperfeiçoamento na vida dos eleitos de Deus, sem o trabalho cinzelar de um “profissional inimigo”. Sim, pois quando uma pessoa horrivelmente ciumenta, invejosa, rancorosa e amargurada como você(s), além de tentar contra a minha própria vida e família, parte também a fazer tudo que pode para destruir o meu ministério em Deus, realiza-se uma obra de manifestação e separação entre o joio e o trigo. “É necessário que haja entre vós até cismas (divisões), para que os fiéis e sinceros se manifestam”.
O mal que estava camuflado nas atitudes penumbristas e intenções dos corações, se manifesta em todos os sentimentos negativos e atos malignos motivados pelo inveja, ódio e vingança e assim fica-se conhecendo “quem é quem”. “Pelos frutos se conhece a árvore," disse Jesus.
Quando um discípulo-amigo destaca de coração as reais qualidades e virtudes que vê e recebe através de minha vida e ministério, movido por sua sincera amizade e espírito de encorajamento, não sinto por ele mais do que amor e gratidão. Porém, quando sei que um “agente demonizado” fez encantamento em gente que sempre amei em Cristo, provocando injusta separação e divisão, vergonha e desonra sobre minha reputação, família e ministério, naturalmente, brota em mim um sentimento defensivo e um espírito de justa indignação. Então, o precioso Espírito Santo que habita e trabalha em/e através de mim, revela-me a incorreção de tal atitude. Assim, sou levado a quebrantar-me pelas coisas desagradáveis adormecidas que emergem do meu ser. Busco com arrependimento sincero, dor de coração e clamor a Deus, a libertação desses sentimentos ruins que descubro em meu coração. Estavam escondidos, adormecidos e camuflados, até que você(S)“cruel inimigo” foi usado para trazê-los à luz mediante o processo doloso da perseguição, crucificação e morte da minha natureza adâmica. Os profetas de outrora, jamais teriam a glória de serem apedrejados pela Palavra de Deus e nenhuma coroa de mártir jamais teria sido cingida pelos primitivos cristãos, se não existissem “encarniçados inimigos” como você(s). “Assim perseguiram os profetas que foram antes de vós”.
Você(s) pode perceber que não sou capaz de crucificar a mim mesmo, e meus discípulos-amigos jamais fariam isso comigo. Portanto, cabe a você(s) “factual inimigo” levar-me à cruz. E à cruz eu irei sempre, ainda que não queira, pois, para que chegue à glória da perfeição e da vida eterna terei que passar por ai. Oro como Jesus – “contudo, não se faça a minha vontade, mas a tua vontade, ó Pai”.
Reconheço que ainda preciso progredir muito, antes de chegar à estatura e imagem do meu querido Jesus. Há tanta coisa que preciso aprender! E você(s), “revelado inimigo” (por muito tempo se escondeu, como “cupim” na minha madeira), é um dos professores desta escola da vida. Tenho aprendido que o caminho para a glória da ressurreição passa pela morte na cruz . Sem você(s), eu não teria chegado ao Gólgota. Alguém teve que crucificar o meu Senhor Jesus. Não foram seus amigos e nem seus discípulos. Também Ele não poderia crucificar-se a si mesmo. Foi por isso, que Satanás e as potestades deste mundo suscitaram ódio no coração de seus religiosos inimigos e a obra foi realizada – “odiaram-me sem motivo”.
Se eles soubessem que através da crucificação estavam levando-O à glória do Pai e propiciando a salvação da humanidade perdida, não o teriam feito. Outrossim, estou certo que se você(s) soubesse o bem que seus esforços destrutivos, estão causando à minha vida pessoal, familiar e ministério, por certo não trabalharia tanto para ajudar-me no meu auto-aperfeiçoamento em Cristo. Mas a obra de crucificação do meu ego está sendo feita e estou aprendendo a andar pelo vale da sombra da morte. "Sempre morrendo e eis que vivemos".
Eu ficava imaginando como poderia fazê-lo. Mas você(s) tem sido um detetive diuturno lançando sombras nas entrelinhas do meu perfil. Assim, por causa da sua investigação inquisitorial tenho crescido em Deus e sua maravilhosa graça, apropriando-me da natureza divina. “Minha vida está escondida com Cristo em Deus”.
Como você(s) deve saber, por sua causa e por força de sua língua destrutiva, muitos tem-se desviado do Caminho do Reino e outros recusam-se a ouvir as verdades reveladas a este Vaso. Seus ouvidos foram contaminados com mentiras e mexericos demolidores e suas mentes foram encantadas pelo seus venenos, a tal ponto de pensarem que “nenhuma coisa boa poderia sair deste”. Cumpre-se em você(s) a sentença do Divino Mestre: “Ai de vós… porque fechais o Reino dos Céus diante dos homens; pois, vós não entrais, nem deixais os que estão entrando”.
Porém, até aí tenho visto a mão de Deus. Sim, porque os que “Têm ouvidos para ouvir a Voz do Espírito”, não acreditaram nas suas falácias e encantamentos. Pelo contrário, despertou-se neles maior discernimento, compromisso, amor e zelo pela obra de Deus. Eles abriram o coração com maior fome e predisposição para conhecer a revelação profética de Deus para estes últimos dias. Mais uma vez você(s) está contribuindo para separar o joio do trigo e identificar os fiéis e sinceros filhos de Deus, nos quais Ele manifestará a sua glória. “Todas as coisas cooperam…”, pois, nada impedirá a edificação e crescimento da Igreja Gloriosa do Senhor!… Nem as dores de parto, nem as perseguições e calúnias, nem os religiosos carnais, nem Satanás e seus demônios, nem você(s) “artista da desfaçatez”. Aleluia!
Portanto, “inoportuno amigo” (pois na verdade não tenho inimigo na carne e no sangue), a sua obra tem sido aguda e cortante, e muitas vezes você(s) me machucou e me feriu ao ponto de pensar em desistir da vida. Todavia, através dessas provas de apedrejamentos, sangramentos e mortes que me tem causado, Deus tem me revitalizado forjando em mim, a imagem e semelhança do Varão Perfeito que torna-se a passos firmes “Mais que um Vencedor”.
A Palavra Revelada declara que tudo que o inimigo é capaz de destruir no fogo da perseguição é “madeira, feno e palha”, e tudo o que o fogo é capaz de fazer derreter é para moldar-se em “prata, ouro e pedras preciosas”. Tenho me apresentado a Deus disposto a queimar tudo o que deve ser queimado e renunciar tudo o que é abalável, para que as coisas que não se queimam e não se abalam possam permanecer para sempre. “ Assim, recebemos nós o Reino inabalável.”
Duvido que você receba alguma recompensa de Deus ou dos seres humanos por seus esforços enganadores, visando destruir-me e a este ministério da Palavra Viva do Reino. “Poderão suscitar contendas, mas não procederá de mim; quem conspira contra ti cairá diante de ti… toda arma forjada contra ti não prosperará; toda língua que ousar contra ti em juízo, tu a condenarás; esta é a herança dos servos do Senhor e o seu direito que de mim procede, diz o Senhor”.
Saiba que embora o seu prejuízo possa ser grande aqui e agora e finalmente no Dia do Juízo, agradeço o Senhor pela prova e me beneficio do ministério (de)lapidador que você(s) tem desempenhado, burilando e aperfeiçoando minha vida em Cristo. “Levando sempre no corpo o morrer de Jesus, para que também a sua vida se manifeste em nosso corpo”. Até que ELE venha!
Finalizando, deixo uma palavra para todos os que lerem este “Manifesto Vida”. Espero que você tenha compreendido que esta palavra não se aplica somente à minha pessoa. Ela é extensiva a todos os amados filhos de Deus que têm sido provados em sua fidelidade ao Senhor Jesus Cristo. Que o Santo Espírito possa falar ao seu coração e abrir os seus olhos para esta grande verdade do Reino de Deus:sem açoites e perseguições de inimigos gratuitos, você jamais chegará à maturidade e plenitude da Vida do Filho de Deus! Somente quando entendemos e aceitamos como ferramentas de Deus as provocações carnais tais como: acusações injuriosas, perseguições e aflições é que verdadeiramente andamos no Caminho do Reino e chegamos ao nível do amadurecimento de espírito que nos levará a manifestar a imagem do Senhor Jesus Cristo. “Todos os que querem viver piedosamente em Cristo, sofrerão perseguições.” Só então, estaremos em condições de “amar os inimigos, orar pelos que nos perseguem, e abençoar os quenos maldizem”.
Maranata. Amém!
terça-feira, 3 de janeiro de 2012
NOSSAS ARMAS DE GUERRA
As armas que usamos na nossa luta não são do mundo; são armas poderosas de Deus, capazes de destruir fortalezas. (2Co 10.4)
1. MEDIDAS ESTRATÉGICAS NA GUERRA
1) Duas perguntas essenciais - Primeira, você ama ao Senhor? Com que rapidez seu coração salta para dizer sim! O Senhor é sua alegria, seu Salvador, sua vida. A profundeza e a plenitude de sua afeição por ele não têm medida, não têm começo nem fim, não é isto? Segunda, você odeia o diabo? Quase posso ouvi-lo dizer: “Não sei. Nunca pensei nisso.” Entretanto, amar ao Senhor Jesus e suas obras é odiar o diabo e suas obras. Em verdade, quanto mais você ama ao Senhor, tanto mais profundamente odeia tudo que o deprecie ou tente de algum modo diminuí-lo.
2) Uma das principais manobras do diabo - é privá-lo da Palavra de Deus depois que você a ouviu ou leu, e antes que possa plantá-la fundo em seu espírito. Quantas pessoas não conseguem lembrar-se na segunda feira, do que o pastor pregou no domingo? Jesus disse que “Os que estão junto ao caminho são aqueles em que a palavra é semeada. Tendo-a eles ouvido, vem logo Satanás, e tira a palavra que foi semeada nos seus corações” (Marcos 4.15).
Minha oração, enquanto você estuda este assunto, é que o diabo não tire de você esta palavra, e sim, que você se lembre dela, medite nela e a ponha em prática vivendo essas verdades dia a dia.
3) Duas recomendações fundamentais - Primeira, peço-lhe que “feche a porta na cara do diabo” dando alguns passos muito práticos em resposta à informação que acabei de dar-lhe. Segunda, desafio-o a estabelecer em sua vida o hábito de usar essas armas de guerra.
4) Isso depende de você - Você é quem deve “fechar a porta na cara do diabo” quando ele bater à porta de sua vida. Você é quem deve entrar em acordo com outros membros do corpo de Cristo para que o reino de Deus, e não o do inimigo, se estabeleça na terra.
5) Aja! Não deixe que o diabo roube de você a sabedoria - Com isso em mente, faça duas coisas: (1) Feche a porta na cara do diabo hoje. Levante-se de onde você está, caminhe até a porta aberta mais próxima, e feche-a batendo. Enquanto faz isso, diga em voz alta: “Diabo, estou fechando a porta na sua cara em minha vida, em minha família, em minha cidade e em minha nação. Você não tem autoridade nenhuma sobre minha vida. Nela não há lugar para você. E a partir deste momento, toda vez que vier por aqui, baterei a porta em sua cara.” Pare e faça isso agora! Use essa ação física para marcar o momento de compromisso consigo mesmo e com o Senhor. A seguir, volte logo para que possamos orar juntos. (2) Não se esqueça de que Deus quer que você vença o diabo.
2. NOSSAS ARMAS ESPIRITUAIS
1) O sangue e o nome de Jesus – seu segredo para vencer a Satanás, para ser perdoado, para quebrar o poder do diabo sobre sua vida, para experimentar a presença do Senhor em meio às lutas e ser “a justiça de Deus”. Essa é a sua arma mais poderosa, e você pode aprender a usá-la como seu distintivo de autoridade na terra.
2) Oração e Louvor – A oração é sua prioridade nº 1 de cada dia à medida que assume a mentalidade de guerreiro em “aprontar-se, preparar-se e ir”. O louvor é seu cântico marcial enquanto antecipa a vitória e atravessa de um lado a outro as nuvens espirituais da preocupação, do medo e da dúvida.
3) Toda a armadura de Deus – tanto para sua defesa como para seu ataque quando você está em Cristo Jesus. Quando você veste toda a armadura de Deus, você se veste de Jesus. E o diabo reconhece a Jesus como vencedor, por isso ele foge.
4) Expor a Palavra – meditar nas Escrituras até que a Palavra de Deus se torne parte do seu ser, e então proclamar o que você acredita ser a verdade. É arma poderosa à sua disposição.
5) Perseverança – ter a mentalidade de nunca desistir, resistir até o fim, tenacidade para lutar até vencer. Essas são as armas da guerra para a qual Deus nos chama hoje. Ninguém pode ir em nosso lugar. E a boa nova é que podemos ir.
Você pode tornar-se poderoso guerreiro em Jesus Cristo, não importa quem você seja aos olhos dos homens. Pode tornar-se um poderoso guerreiro em Cristo Jesus, Não importa onde você viva ou a que igreja frequenta
quinta-feira, 29 de dezembro de 2011
COMPROMETIDOS COM A REFORMA APOSTÓLICA
“E a uns pôs Deus na igreja, primeiramente apóstolos, em segundo lugar profetas, em terceiro mestres, depois operadores de milagres, depois dons de curar, socorros, governos, variedades de línguas.” (1Co 12:28)
Só teremos uma Igreja restaurada ao nível apostólico neotestamentário, se primeiramente, forem restaurados os ministérios neotestamentários (Ef 4.11).
Foi por aí que Jesus começou a edificar a sua Igreja (Ef 2.20). É por aí que o Espírito Santo está impelindo Sua Obra nestes últimos dias “até a restauração de todas as coisas” (At 3.21). Deixar-nos-emos guiar até lá?
Foi por aí que Jesus começou a edificar a sua Igreja (Ef 2.20). É por aí que o Espírito Santo está impelindo Sua Obra nestes últimos dias “até a restauração de todas as coisas” (At 3.21). Deixar-nos-emos guiar até lá?
Quando nos convertemos ao plano do Mestre, enaltecemos a Cristo através dos vários dons funcionando harmonicamente no corpo; haverá disciplina e aperfeiçoamento dos líderes no seu comportamento moral e ministração ao rebanho; desafiará a cada líder a crescer num clima de intercooperação e edificação mútua; fornecerá ao rebanho maior assistência às necessidades reais e diversos modelos a serem seguidos; protegerá o ministério de desvios morais, doutrinários e administrativos, coisas comuns no ministério religioso individualista. (1Tm 3.1-7; Tt 1.5-9).
O preâmbulo da Constituição CBSI assim reza: Nós, servos e discípulos do Senhor Jesus Cristo, filhos e herdeiros da “Renovação Espiritual Evangélica no Brasil”, no afã de restaurar, preservar e continuar a experiência viva da “Igreja Apostólica do Novo Testamento” na atualidade, nos reunimos, após convocação do Presidente, aos 31 dias do mês de dezembro de 1990, às 20 h 30, em nossa Sede Nacional à rua Joaquim de Figueiredo, 332 – Barreiro, na Cidade de Belo Horizonte, Estado de Minas Gerais, Brasil, invocando a Bênção do Deus-Triuno: Pai, Filho e Espírito Santo, sobre a Assembléia Nacional especialmente por nós constituída, visando a implantação e expansão do Reino de Deus na Terra, pela proclamação e prática do Evangelho da Paz e preservação da unidade, disciplina, edificação e crescimento da Igreja como Corpo Vivo de Cristo.
Elaborado o anteprojeto da Constituição CBSI, foi o mesmo, amplamente discutido, aperfeiçoado e recomendado; primeiro pelo 7º Concílio de Ministros Shalom, realizado de 06 a 10.12.90 em nosso Acampamento Shalom, e posteriormente, por todas as lideranças e discípulos-membros interessados, das Igrejas CBSI aliançadas; assim, votamos consciente e comprometidamente para a glória do Deus Eterno, a presente Constituição da COMUNIDADE BATISTA SHALOM INTERNACIONAL promulgada em 31 de dezembro de 1990.
Parabéns Rede de Igrejas & Ministérios CBSI pelos seus 21 anos de Caminhada no Reino. Avante por Cristo e Seu Reino Eterno.
Até que ELE venha! Amém.
sexta-feira, 16 de dezembro de 2011
segunda-feira, 28 de novembro de 2011
segunda-feira, 21 de novembro de 2011
VENCENDO O ESPÍRITO DE INVEJA
“Levantando-se, porém, o sumo sacerdote e todos os que estavam com ele, isto é, a seita dos saduceus, tomaram-se de inveja, prenderam os apóstolos e os recolheram à prisão pública. Chamando os apóstolos, açoitaram-nos e, ordenando-lhes que não falassem em o nome de Jesus, os soltaram. E eles se retiraram do Sinédrio regozijando-se por terem sido considerados dignos de sofrer afrontas por esse Nome... E todos os dias, no templo e de casa em casa, não cessavam de ensinar e de pregar Jesus, o Cristo.” (At 5:17-18, 40-42)
Vemos nesta Escritura que por inveja os apóstolos foram presos, isso porque eles estavam operando sinais e prodígios entre o povo. A igreja crescia exponencialmente, grande multidão de pessoas enfermas eram curadas e libertas. Pessoas de outras cidades afluíam para Jerusalém em busca da cura e libertação.
Nas ruas, enfermos aguardavam que ao menos a sombra de Pedro os tocasse para serem curados. Nesse mover poderoso, Pedro e os demais apóstolos, foram presos e açoitados e mesmo ameaçados não deixaram de realizar a obra de Deus com alegria.
1. QUE PROVOCA A INVEJA
Tanto no mundo espiritual quanto no mundo natural, a nossa prosperidade suscita a inveja dos derrotados e acomodados. Ninguém tem inveja daquilo que não presta. Provocamos inveja em alguém porque somos abençoados e essa bênção incomoda aqueles que são contaminados por esse espírito.
O exemplo clássico está no caso de Caim e Abel (He 11.4; 1Jo 3.11-12; Jd 11). O servo de Deus tem que estar preparado para vencer a inveja. Eles venceram a inveja que tinha por objetivo parar as conquistas.
2. QUAL É A FONTE DA INVEJA
Uma das obras da carne citadas em Gálatas 5.21, é a inveja...daqueles que não herdarão o reino dos céus. A Inveja é um sentimento de cobiça ao que o outro tem e a própria pessoa não tem. É um desgosto pelo bem ou pela felicidade do outro. Os invejosos chegam a fazer campanhas de perseguição contra suas vítimas, as quais, na maioria das vezes, não têm qualquer culpa por haverem despertado tal sentimento nestas pessoas. Geralmente os mal-sucedidos têm inveja dos bem-sucedidos. Essa é uma tentativa distorcida para compensar o fracasso que vivem.
O invejoso quando vê outras pessoas alcançando o sucesso, e ele não o alcança, nem recebe o reconhecimento que almeja, ele não se alegra, pelo contrário alimenta sentimentos de ódio, raiva e deixa de buscar sua conquista pessoal.
A inveja cega e domina o coração das pessoas obcecadas, as quais passam a agir com violência, seja por atitudes ou palavras. O maior de todos os invejosos é sem dúvida alguma o próprio Satanás, que perdeu sua condição de glória porque invejava a Glória de Deus e desde então inveja a condição dos filhos de Deus que prosperam. Foi assim com Abel (que foi morto por seu irmão Caim), com Isaque (que teve seus poços entulhados pelos filisteus), Mordecai (que foi perseguido por Hamã, porque não se encurvava diante dele), com Jesus (que foi odiado pelos fariseus), e é assim conosco que temos uma promessa e a marca de prosperidade.
A inveja provoca difamação, perseguição, violência, stress e morte para impedir o crescimento e ascensão do Reino de Deus.
3.COMO VENCER A INVEJA
1) Revendo as motivações (Primeiro tenho que vencer em mim) - "porquanto ainda sois carnais; pois, havendo entre vós inveja e contendas, não sois porventura carnais, e não estais andando segundo os homens? (1Co 3:3). Quando fazemos a vontade de Deus como Pedro, somos perseguidos pelos invejosos, porém temos habilitação, e quando nos determinamos a realizar para Deus temos força, porque a alegria do Senhor é nossa força. Não deixe que as situações parem sua caminhada. Vença os obstáculos, o desgaste e a incompreensão. Nada deve te paralisar.
2) Filtre as informações através do discernimento do Espírito - "O coração tranqüilo é a vida da carne; a inveja, porém, é a podridão dos ossos.” (Pv 14: 30) Vencemos a inveja sendo gratos ao Senhor por aquilo que temos e não deixando a ansiedade trazer uma insatisfação por aquilo que Deus tem feito. O essencial é ter paz no coração e a certeza de que o Senhor tem prazer em nos abençoar. Tudo tem o momento certo. A hora de Deus virá sobre tua vida. A tua porção determinada ninguém tira.
3) Tenha consciência da essência recebida de Deus - "Portanto, abandonem tudo o que é mau, toda mentira, fingimento, inveja e críticas injustas. Sejam como criancinhas recém-nascidas, desejando sempre o puro leite espiritual, para que, bebendo dele, vocês possam crescer e ser salvos.(1Pe 1:1-2) A inveja é destruída pelos frutos daquele que se alimenta de uma essência e tem uma caminhada de realizações. A nossa é apostólica. Não dê espaço à acomodação. Não pare para olhar a realização dos outros, questionando porque não aconteceu com você. Trabalhe, realize, vença o espírito da inveja, vença os invejosos, fazendo o bem e sempre buscando no Senhor o crescimento espiritual- a sua constituição no Reino.
4) Entre em batalha espiritual, sabendo que Deus é a tua justiça - "Não tenhas inveja dos pecadores; antes conserva-te no temor do Senhor todo o dia. (Pv 23:17) A inveja é quebrada pela determinação e pela perseverança. Mantenha a disciplina espiritual de um guerreiro de Deus, orando, jejuando, se alimentando da Palavra da Verdade. Saiba que tua luta é espiritual. Tema a Deus e ame o próximo.
5) Examine teus sentimentos com relação ao teu próximo – “Tomem cuidado para que ninguém abandone a graça de Deus. Cuidado, para que ninguém se torne como uma planta amarga que cresce e prejudica muita gente com o seu veneno.” (Hb 12:15) Cuidado com aqueles que plantam e cultivam “raiz de amargura”. Mantenha-se íntegro perante o Senhor. Pedro estava feliz não porque tinha bens ou posição, mas porque estava no centro da vontade de Deus.
Quando vencemos a inveja seguindo as estratégias do Senhor em Sua Palavra, recebemos d’Ele:
• A marca daqueles que sempre são mais que vencedores.
• A disposição renovada e multiplicação de força e unção para servir.
• A vida abundante que Cristo dá para realizações e frutificação no Reino.
• A prosperidade em todas as áreas e empreendimentos da vida em Cristo.
• A capacitação para celebrar e festejar a Glória do Senhor em nossa jornada de fé e ministério comprometido com os valores do Reino de Deus.
Até que Ele venha!
BH, 14 de Novembro 2011
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